sábado, 27 de setembro de 2014

Debate: O IPhone 6 entorna ou não?

Nesta semana, mais uma polêmica: o tal IPhone 6 Plus entorta ou não quando colocado no bolso da frente da calça? Resolvemos conversar com dois especialistas em tecnologia (Rafael Phillipe e Armando Mariano, um a favor e outro contra os dispositivos Apple) para apresentar, brevemente, seus respectivos pontos de vista:


Entenda: http://gizmodo.uol.com.br/iphone-6-plus-entorta-rumores/

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Falta de privacidade = ausência de respeito?

A queda do avião que ocasionou a morte do candidato à presidência pelo PSB, Eduardo Campos, em agosto de 2014, trouxe à tona uma discussão: existe privacidade nas redes sociais? Twitter e Facebook são o paraíso para os aproveitadores de plantão, que brincam com um momento tão delicado, principalmente para os familiares, que também acessam as redes sociais. Inúmeras pessoas não se preocupam sequer com o momento vivido pelos mais próximos e postam frases sem qualquer fundamento, que se espalham com imensa facilidade.

Falando especificamente do caso do ex-presidenciável, quando a morte foi confirmada, rapidamente começaram as piadas de mau gosto e as teorias da conspiração. A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff não escapou. No dia da tragédia (13), a tag “foi a Dilma” figurou entre os Trending Topics do Twitter. Em uma das infelizes comparações que se multiplicavam pela rede social, vários usuários também relacionavam a data com o número do PT, partido da candidata, já que Eduardo Campos morreu no dia 13 de agosto.

Outro caso aconteceu na morte do ator Robin Willians. Além das já tradicionais brincadeiras desrespeitosas, que fizeram com que Zelda Willians (filha do ator) desistisse das redes sociais, um site de notícias australiano ignorou o bom senso. O ABCNews, ao mesmo tempo que noticiava o pedido da família por privacidade e respeito, logo acima estava com um link direto com imagens aéreas da casa do comediante. Ai fica a pergunta: qual a necessidade disso?


No vídeo abaixo, o estudante Roger León dá a sua opinião sobre a falta de privacidade nas redes sociais:

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Análise: Portal O Tempo


Foto: Reprodução

O portal O Tempo é um dos poucos de Minas Gerais (se não for o único) a apresentar um formato moderno, adaptado às necessidades da internet. O espaço conta com alguns elementos que o torna diferenciado com relação aos principais concorrentes do estado, como o Estado de Minas e o Hoje Em Dia. No destaque principal, se houver um assunto que necessite de maior atenção, ele é tratado de forma separada, no topo, em uma caixa específica. Também no destaque da página, alinhado à direita, está a publicidade, tão fundamental nos dias de hoje. Ela aparece em um quadrado específico, atualizado forma automática. Aparentemente, é utilizado o Google Adsense.

O site também conta com uma barra de "últimas notícias", que ajudam o leitor a se situar também sobre as mais recentes atualizações. Ela fica bem no topo da página, chamando a atenção de quem passa pela página inicial logo de cara. As editorias estão logo no topo da página, com as cores que as indicam. O SuperFC, editoria de esporte do veículo, vem em verde; Cidades está em vermelho; Diversão, que é o Entretenimento, utiliza a cor laranja. O detalhe é que as editorias apresentam também subeditorias específicas e peculiares a cada uma. Em Cidades, estão Trânsito, Aeroportos, Tempo e Onde fui roubado.

Cores

Cada assunto vem com sua respectiva cor ao longo da página. As notícias de Cidades, regionais, ganham destaque como as primeiras notícias por serem as mais próximas do público local. Utilizando muitas imagens, o site é dividido basicamente em três colunas, com a do meio ganhando o fundo levemente verde, para distingui-la das demais. As outras atrações, como as notícias do Jornal Super e as informações do trânsito, estão em caixas separadas na guia à direita.

Análise: Portal Hoje em Dia



Portal apresenta propaganda maior que a marca e/ou título da principal matéria e sobre as colunas.
(Foto: Reprodução)
 
Primeiramente percebemos que a cor predominante do portal é cinza, com letras vermelhas e pretas. Dando analogia ao jornal impresso. No horário que acessamos o site, a matéria principal estava com um título de quatorze palavras. Mas, a maioria estava de acordo com o padrão web, com média de sete. O uso de fotos em algumas matérias é estratégico para chamar atenção do leitor. Mas, está muito mal diagramadas. Encontramos fotos esticadas, desajustas, deformando o personagem. 

As abas da página estão mal divididas e o layout deixa a desejar. Isto dá impressão que as notícias estão “jogadas”, soltas pelo portal. A publicidade mal localizada. Normalmente, as propagandas estão à direita. No portal Hoje Em Dia, elas estão presentes na parte superior e em maior destaque do que a própria marca.

A busca por notícias é ruim. Não conseguimos encontrar o que procurávamos. Uma matéria que estava rodando em vários portais. No entanto, interatividade está boa. Com links diretos que levam as redes sociais do jornal. Outro ponto positivo fica por conta do formato vertical da página. Facilita a leitura prolongada.

Foto desajustada - esticada.
(Foto: Reprodução)

Análise: Portal Estado de Minas

Foto: Reprodução

O site do Estado de Minas (Portal Uai) é predominantemente branco com detalhes em azul e cinza. O fundo claro facilita a leitura, sem cansar os olhos. As matérias da página contêm os links de abertura em tons de vermelho e os títulos em tons de um azul mais claro. Além disso, os títulos das notícias são menores e diferentes daqueles de dentro das matérias. Algumas reportagens possuem fotos, mas nem todas têm legenda.

O meio da página apresenta um box com as últimas notícias e as mais acessadas. À direita, pode notar-se um gadget em vermelho e branco, que, ao ser clicado, leva o internauta a uma outra janela para que ele possa ouvir a Rádio Guarani FM 96,5. E, um outro, que contém um box com três álbuns de fotos com legendas. Nota-se também um plug-in social do Facebook, a temperatura do dia, blogs e a capa do jornal do dia. No tempo em que permanecemos no site, notamos propagandas da Caixa Econômica Federal, Minas Movimenta, Mais Vetor Norte, MRV, Lugar Certo e Vrum.


O portal é pouco chamativo ao leitor, pois tem poucas fotos para ilustrar e o conteúdo é bem inferior ao jornal impresso. Levando em consideração que a página inicial deveria ser semelhante à capa de um jornal, ela acaba deixando a desejar nesse aspecto. Além disso, as matérias não possuem um posicionamento definido dentro da mesma linha editorial.

Foto: Reprodução

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Assessoria política é tema de aula inaugural


Nesta quinta-feira (4), o auditório da Unidade JK, recebeu a aula inaugural dos cursos de comunicação do Centro Universitário Newton Paiva com um debate centralizado no desenvolvimento das campanhas políticas (eleições de 2014). Os candidatos ao governo de Minas Gerais, Fidélis Alcantara (PSOL), Tarcisio Delgado (PSB), Pimenta da Veiga (PSDB) e Fernando Pimentel (PT), foram respectivamente representados por seus assessores — Igor Barbosa, Cacá Soares, Wilson Rezende e Ronald Freitas. Além disso, Sara Azevedo representou Luciana Genro, candidata à presidência da república pelo PSOL.

A coordenadora Juliana Dias mediou o debate.
(Foto: Arthur Anjos/CPJ)


A coordenadora dos cursos de Comunicação da Newton, Juliana Dias, disse que, nas aulas inaugurais, “os calouros têm de ter um choque de realidade, trocando experiências com pessoas diferentes, de ramos diferentes e criar um debate com perguntas aos convidados”.

Thais Albuquerque, universitária do 2° período de Publicidade e Propaganda, afirmou que a aula inaugural criou boas expectativas. "Por ser uma palestra interessante, as pessoas vão querer participar sempre. É isso que ela representa ao abordar um assunto de extrema importância que é sobre as eleições".


 
Cada assessor teve dez minutos para dar um parecer sobre algumas das dificuldades encontradas no mundo da assessoria política e na campanha eleitoral. Logo após, os alunos puderam fazer perguntas e participar da discussão com todos os assessores.
MERCADO
Ronald Freitas achou válida a ideia de destacar o mundo da assessoria e que a comunicação não pode se fechar exclusivamente aos jornais e revistas. “Hoje você precisa olhar para este lado. Atualmente, o mercado de jornalismo não se restringe apenas às redações de jornais, mas sim às assessorias, porque a realidade está se impondo para isso”, explica.
Por sua vez, o assessor Cacá Soares afirmou que em uma campanha política é mais importante trabalhar com questionamentos do que com promessas. Wilson Rezende destacou a necessidade de se observar sempre a ética profissional, em um dos momentos mais polêmicos do debate, quando disse que o assessor deve se ater ao profissionalismo, em vez de ouvir a militância. Igor Barbosa e Sara Azevedo, que não são profissionais de comunicação, discordaram.  Eles preferiram assinalar que a TV não é democrática com o tempo das campanhas. “Quanto menos tempo, mais criatividade se exige da gente”, ponderou Barbosa.