Mesmo com o alto número de linhas de celulares no país, a
transmissão é falha
Cada vez com mais funções, o celular deixou de ser
apenas uma ferramenta de comunicação de voz. No país, existem ao todo cerca de
277,3 milhões de linhas ativas, de acordo com os dados de agosto da Agência
Nacional de Telecomunicações (Anatel). Isso equivale a 1,36 linha por
habitante. Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2013, do Centro Regional de Estudos
para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), 85% das pessoas com 10 anos
de idade ou mais utilizavam o telefone celular.
Mesmo com o número elevado de pessoas que têm acesso aos celulares, esse uso não é igualitário. A cobertura em algumas áreas como periferias e zonas rurais são um desafio; problema que a Anatel espera amenizar com o uso da faixa dos 700 mega-hertz (MHz), que tem maior capacidade de cobertura em longa distância, embora a expectativa seja de que a faixa deva ser usada, sobretudo, para atender as periferias das áreas urbanas.
O celular é a porta de entrada para a internet para milhões de brasileiros. Segundo a TIC Domicílios, 52,5 milhões de pessoas com 10 anos ou mais acessam a rede pelo aparelho, porcentual duas vezes maior do que o registrado em 2012. A telefonia fixa tornou-se um segmento cada vez menos importante. De acordo com Marcos Dantas, professor da UFRJ e integrante do CGI.br, cerca de 60% das residências possuem esse serviço, que tem diminuído anualmente.
Devido às mudanças tecnológicas, a infraestrutura de cabos e antenas de telefonia fixa têm sido usadas para expandir as redes de comunicação de dados. Os contratos para a prestação do serviço fixo têm sido substituídos por contratos de banda larga, que passam a ter toda a evolução em cima dessa infraestrutura.
Mesmo com o número elevado de pessoas que têm acesso aos celulares, esse uso não é igualitário. A cobertura em algumas áreas como periferias e zonas rurais são um desafio; problema que a Anatel espera amenizar com o uso da faixa dos 700 mega-hertz (MHz), que tem maior capacidade de cobertura em longa distância, embora a expectativa seja de que a faixa deva ser usada, sobretudo, para atender as periferias das áreas urbanas.
O celular é a porta de entrada para a internet para milhões de brasileiros. Segundo a TIC Domicílios, 52,5 milhões de pessoas com 10 anos ou mais acessam a rede pelo aparelho, porcentual duas vezes maior do que o registrado em 2012. A telefonia fixa tornou-se um segmento cada vez menos importante. De acordo com Marcos Dantas, professor da UFRJ e integrante do CGI.br, cerca de 60% das residências possuem esse serviço, que tem diminuído anualmente.
Devido às mudanças tecnológicas, a infraestrutura de cabos e antenas de telefonia fixa têm sido usadas para expandir as redes de comunicação de dados. Os contratos para a prestação do serviço fixo têm sido substituídos por contratos de banda larga, que passam a ter toda a evolução em cima dessa infraestrutura.
A
voz do povo!
Fomos às ruas ver qual é a opinião das pessoas sobre o celular e como elas lidam com ele.
Rodolpho Victor Dalmo, estudante
"Celular é muito importante, no mundo globalizado onde
vivemos. Eu trabalho com política, fico o tempo inteiro no celular, fazendo
pesquisa".
Caíque Rocha, estudante
"O celular é algo indispensável na nossa vida, mas como
tudo na vida tem um limite, por exemplo em sala de aula atrapalha".
Denis Araújo, publicitário e professor da Newton
"No meu dia a dia é importante mais pela comunicação e
contato com pessoas, e as redes sociais uso muito pouco".
Christiane Rocha, jornalista e professora universitária
"Hoje em dia, há uma grande tendência de trabalhar a
comunicação por meio de mobile, celular. As grandes empresas estão vendo isso, o
celular com inúmeras funcionalidades".
Pedro Marra, professor universitário
"Meu celular é um
umbigo. Só usava como telefone móvel, toca muito pouco, eu ligo mais que
recebo. Foi engraçado, assim que eu recebi um smartphone, eu fiquei irritado
com o tanto que ele apitava".





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